Este é um dia em
que as crianças pequenas lembram, anualmente, a todos que "uma criança tem
direito a crescer numa família". A data coincide com o dia da Convenção
Internacional dos Direitos da Criança. Os nossos alunos disseram sim a esta
iniciativa solidária e juntaram 142,42€, que foram entregues à associação
Mundos de Vida.
Neste espaço serão publicadas notícias sobre a EB1/JI Condes da Lousã, bem como trabalhos e atividades realizadas pelos nossos alunos. Damos a conhecer a nossa escola e os nossos trabalhos para que todos possam ler, conhecer e comentar.
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
"
Não gostei, adorei!", responderam, sem hesitar, alguns alunos quando lhes foi
pedido um comentário à sessão de contos, que teve lugar no dia 10 de novembro
na nossa Biblioteca Escolar. A convidada e
protagonista foi a contadora Antonella Gilardi, da Associação Partilha
Narrativa.
A sessão, promovida pela Câmara
Municipal da Amadora, proporcionou animação a três turmas, no âmbito de um projeto
de contadores, com vista à promoção da leitura e dos livros.
Antonella trouxe e partilhou uma
mão cheia de histórias, bem contadas.
A hora passou a voar!
Obrigada Antonella!
sábado, 11 de novembro de 2017
São Martinho
Como é habitual, todos os anos assinalamos o Dia de S.
Martinho na escola. Para além do tradicional magusto, todas as turmas
realizaram atividades tendo em conta as suas competências.
Procurou-se explorar a lenda de São Martinho partindo
de rimas, provérbios, bandas desenhadas e recontos, tendo-se realizado, também,
muitos trabalhos de expressão plástica.
Todas as turmas/grupos construíram uma Maria Castanha,
que foi exposta num painel à entrada da escola.
Todos estão de parabéns pela
originalidade e criatividade impressas em cada um dos trabalhos realizados!
São Martinho é sinónimo de CASTANHAS!!!!
A
castanha é um fruto que nasce de uma árvore: o castanheiro. Um conjunto de
castanheiros chama-se souto.
É no
norte de Portugal que os castanheiros se dão melhor, e é de lá que vêm as
castanhas que se vendem em todo o país.
A
castanha está na árvore protegida por uma bola cheia de picos que se chama “ouriço”.
Quando chega o outono, o ouriço abre e deixa cair a castanha no chão.
Antes da
batata chegar à Europa e de se espalhar por todo o lado (séc. XVII), a castanha
era a base de alimentação, especialmente nas zonas rurais.
Pode
cozer-se, assar-se, fazer-se puré, fazer-se sopa com ela, doce, pratos de
carne, peixe, etc.
Na nossa escola comemorou-se Halloween...
Durante a
semana passada festejámos o “Halloween” na nossa escola, com a nossa professora
de inglês.
A escola
estava toda decorada, muito “assustadora”.
Ouvimos
uma estória muito engraçada sobre o dia das bruxas e fizemos um pequeno
desfile. Também houve tempo para fazermos um jogo muito engraçado, o qual
consistia em colarmos a cauda de um gato preto num cartaz.
No final
vimos um vídeo e aprendemos uma canção sobre uma festa de Halloween.
Estas
atividades foram muito divertidas e também serviram para aprendermos novas palavras
sobre esta festividade anglo/americana.
Agora em inglês…
Our school was all decorated, it looked really spooky.
We listened to a funny story about this day and we did
a Halloween parade. There was also time to play a funny game: we had to fix in
a poster the cat’s tail.
These activities were really funny and they were
useful because we learned new words about this British/American festivity.
Também os alunos
da Unidade de Ensino Estruturado deram o seu contributo para tornar a nossa
escola alegremente apavorante, decorando a porta da sala com aranhas muito
engraçadas.
Alguns
alunos vieram, ainda, caracterizados e passaram o dia a pregar partidas
aterradoras aos seus colegas!!
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
O feriado de 1 de novembro...
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Em algumas localidades
portuguesas, no dia 1 de novembro, Dia de Todos-os-Santos, as crianças saem
à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão por Deus (ou o bolinho) de porta em porta.
O dia de Pão por Deus era o dia em que antigamente se oferecia pão,
bolos, vinho e outros alimentos aos mortos, de forma a pedir pela sua alma.
No
dia 1 de novembro, as crianças (e também adultos, embora poucos) que participavam/participam
nos peditórios representavam/representam as almas dos mortos que «nesse dia
erram pelo mundo», tendo sido essa a origem deste ritual cristão.
Sacos do Pão por Deus
Fazer
sacos do Pão por Deus é uma tradição associada à própria tradição. Normalmente
estes sacos são feitos de tecido e as crianças podem decorá-los ao seu próprio
gosto.
Versos de Pão por Deus
Quando
pedem o Pão por Deus, as crianças recitam versos e recebem como oferenda
pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços,
amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano, de
retalhos ou de borlas.
São vários os versos para pedir o Pão por Deus:
Ó tia, dá Pão-por-Deus?
Se o não tem Dê-lho Deus!
Ou então:
Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus.
Em algumas povoações da Zona
Centro e Estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do
Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia,
sendo feitos com base de farinha e erva-doce com mel (noutros locais leva
batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. São chamados
“Santorinhos”. É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem
um Santorinho aos seus afilhados.
Receita
do Bolo Santoro
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Ingredientes:
1kg de batata cozida.
1kg de farinha.
4 ovos.
750 gramas de açúcar.
150 gramas de manteiga.
Canela.
Fermento.
Frutos secos.
Erva-doce.
Preparação:
É só misturar, fazer pequenas
bolinhas, colocar no forno e quando estiver cozido e ligeiramente tostado, está
pronto.
Exemplos de Pão de Deus pelo país:
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Em
Barqueiros, concelho de Mesão Frio, à meia-noite do dia 1 para 2 de novembro,
arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos comerem
durante a noite, “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela
ficava babada dos mortos”.
Na
aldeia de Vila Nova de Monsarros, as crianças faziam os “santórios”, recebiam
fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara,
com uma vela dentro.
“Em
Roriz não se chama Pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se
dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão
pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fíeis de Deus.”
Nos Açores dão-se “caspiadas” às
crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira,
claramente um manjar ritual do culto dos mortos.
Esta atividade é também realizada
nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que
aconteceu no dia 1 de novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que
as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram
que pedir “pão-por-deus” nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.
Com o passar do tempo, o Pão por
Deus sofreu algumas alterações, e os meninos que batem de porta em porta podem
receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.
Informação retirada do site pumpkin.pt
domingo, 29 de outubro de 2017
29 de outubro - Dia do Gato
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No dia 29 de outubro, comemora-se o dia do gato e a
nossa escola não poderia, é claro, deixar passar esta data em branco! Os gatos são os felinos mais fofos e dóceis que
existem, sendo um dos animais de estimação mais populares do mundo. São animais fascinantes! Eles são misteriosos, inteligentes
e têm capacidades incríveis!
Sabias que na nossa escola já viveu um gato?? É verdade! No ano de 2001 uma menina do 1º ano, chamada Adriana, num
dia frio e chuvoso, ia a caminho da escola quando encontrou sozinho e a tremelicar
de frio um gatinho preto, ainda bebé. Ao ver a situação do bichinho a menina comoveu-se
e resolveu levá-lo para a escola. A turma logo o recebeu com enorme alegria, tendo-lhe
dado o nome de Billy (por causa de uns desenhos animados que na altura davam na
televisão onde havia um menino que à noite se transformava num gato – fruto de
um castigo que lhe tinha sido dado, por ser tão mau com estes seres vivos –. O
menino chamava-se Billy the Cat, e depois de se aperceber como era difícil a
vida de um gato na rua, passou a tratá-los com o maior dos respeitos). Mas
voltando ainda ao nosso Billy, o gatinho preto cresceu e esteve com a turma até
ao final desse ano letivo. Por altura das férias a professora levou-o para sua
casa, para não ficar sozinho na escola, e de vez em quando, depois das aulas
terem recomeçado, levava-o para a escola para grande contentamento de todos!
Agora deixamos-te, aqui, algumas informações sobre estes encantadores animais, para que possas aprender um pouquinho mais sobre eles 😊
Agora deixamos-te, aqui, algumas informações sobre estes encantadores animais, para que possas aprender um pouquinho mais sobre eles 😊
História do Gato Doméstico
Segundo biólogos e historiadores, a história do gato doméstico remonta à Antiguidade. Esses felinos têm acompanhado os humanos há tanto tempo que é possível afirmar
que a sua história, em certos pontos, chega a confundir-se com a própria história da humanidade.
Evolução
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Miacis, o mais antigo ancestral dos gatos conhecido atualmente.
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Os gatos domésticos atuais
são uma adaptação evolutiva dos gatos selvagens africanos, o que faz com que estes possuam diversas características em comum com os
grandes felinos selvagens, como o hábito de caminhar silenciosamente usando
suas almofadas plantares, as avançadas técnicas de caça e
a presença de unhas retráteis. No
entanto, cruzamentos entre diferentes espécimes tornaram-os menores e menos
agressivos para com os humanos, atendendo assim ao objetivo de se criar um animal de pequeno porte, capaz de
caçar roedores e viver nas mesmas habitações dos seres humanos.
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Dinictis: um dos primeiros felinos.
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O seu mais antigo ancestral conhecido é o Miacis,
um mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, e possuía o hábito de
caminhar sobre os galhos das árvores.
A evolução
desse animal deu origem ao Dinictis,
animal que já possuía a maior parte das características presentes nos felinos
atuais.
A subfamília Felinae,
que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos,
expandindo-se a partir da África até
alcançar as terras onde atualmente está o Egipto. Inclusive, foram os
egípcios o primeiro povo a adotar os gatos como animais de trabalho e estimação. Os gatos de estimação são muito mais
sensíveis do que os gatos bravos, pois foram habituados a viver na casa das
pessoas. As doenças mais usuais nos gatos domésticos são as doenças de coração,
de pulmões, de estômago e de rins. Quando doentes precisam de uma alimentação
específica recomendada pelo veterinário, caso contrário podem morrer passados
poucos meses ou poucos anos.
Os
gatos na história
Quando as populações deixaram de
ser nómadas,
a vida do ser humano passou a depender substancialmente da agricultura. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do quotidiano das pessoas.
Por possuir um forte instinto caçador,
esses animais exerciam uma importante função na sociedade:
acabar com os ratos que invadiam os silos de
cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.
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Registos encontrados no Egipto, como gravuras, pinturas e estátuas de
gatos, indicam que a relação desse animal com os humanos teve início há
cerca de 9.500 anos. Elementos encontrados em escavações indicam que, nessa
época, os gatos eram venerados e considerados animais sagrados. Bastet (Bast
ou Fastet), a deusa da fertilidade e da felicidade, considerada benfeitora e
protetora da humanidade, era representada como uma mulher com cabeça de gato e
frequentemente figurava acompanhada de vários outros gatos em seu entorno.
Na verdade, o amor dos egípcios
por esse animal era tão intenso, que havia leis a proibir que os gatos fossem
"exportados". Qualquer viajante que fosse apanhado a traficar um gato
era punido com a morte. Quem matasse um gato era punido da mesma
forma, e, em caso de morte natural do animal, os seus donos
deveriam usar trajes de luto.
Contudo, não tardou para que
alguns animais fossem clandestinamente transportados para outros territórios,
fazendo com que os gatos acabassem por aumentar a sua área de abrangência. Ao
chegarem à Pérsia antiga, também passaram a ser venerados. Lá havia
a crença de que quando se maltratava um gato preto, corria-se o risco de se estar a maltratar um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia
ao ser humano durante sua passagem na terra. Desse modo, ao prejudicar um gato, a pessoa estaria a atingir-se a si mesma.
Devido ao facto de serem exímios
caçadores e auxiliarem no controle de pragas, por muitos séculos,
os gatos tiveram uma posição privilegiada na Europa Cristã.
Porém, no início da Idade Média,
a situação mudou: gatos foram acusados de estarem associados a maus espíritos
e, por isso, muitas vezes foram queimados juntamente com pessoas acusadas
de bruxaria. Até hoje ainda existe a ideia de que as bruxas possuem um gato preto de
estimação, sendo esse animal associado aos mais diversos tipos de sortilégios.
É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos animais dessa cor.
Com o fim da inquisição,
o gato foi novamente aceite nas moradias e nos navios,
assumindo novamente a função de caçadores de roedores. Com o passar do tempo os gatos passaram a ser considerados animais finos,
ganhando uma boa posição do ponto de vista social. Eram inclusive utilizados
como acessórios em eventos sociais pelas damas. Nessa época o gato começou a
ser modificado para exposições, começando assim a criação de raças puras,
com pedigree. Uma das primeiras raças criadas para essa finalidade foi a persa,
que ficou conhecida após a sua introdução no continente europeu, realizada pelo
viajante italiano Pietro Della Valle.
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Winston
Churchill afaga um gato que habita um navio militar
|
A primeira grande exposição de
gatos aconteceu em 1871, em Londres. A partir desse momento, o interesse em se expor gatos desenvolvidos dentro de
certos padrões propagou-se por toda a Europa.
Atualmente, os gatos são uma das mascotes mais
populares em todo o mundo, servindo às pessoas como um bom animal de companhia, continuando, também, a ser utilizados por agricultores e navegadores de diversos
países, como um meio barato de se controlar a população de determinados
roedores. Devido ao fato da sua domesticação ser
relativamente recente, eles conseguem facilmente converter-se à
vida selvagem, passando a viver em ambientes silvestres, onde formam pequenas colónias e caçam em conjunto.
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Atualmente os gatos
são muito utilizados na prevenção de roedores nas áreas agrícolas
|
(Informação retirada da Wikipédia)
15 curiosidades sobre gatos
1 - Um gato tem 32 músculos para controlar cada
orelha, enquanto um humano tem apenas seis.
2 - Um gato chamado Stubbs foi presidente da
câmara por 15 anos em Talkeetna, uma pequena cidade do Alasca (EUA).
3 – Os gatos não sentem sabores doces.
4 - Em média, os gatos dormem 70% de suas vidas.
5 – O maior gato do mundo mede 1,23 metros.
6 – O gato mais pequeno do mundo tem apenas 7
centímetros.
7 - Os gatos têm três pálpebras.
8 - A remoção das garras é uma prática proibida em
pelo menos 22 países.
9 - O grau de semelhança entre o cérebro de um gato e
o de um humano é de 90%.
10 - Se o gato deixar as fezes descobertas é um sinal
de afronta, de que não tem medo de ti.
11 - Quando um gato se esfrega numa pessoa não indica
apenas que gosta da mesma, mas também que quer marcar território.
12 - Os gatos têm 230 ossos em todo o corpo, enquanto
os humanos têm apenas 206.
13 - Cada focinho de gato tem um formato único, como
as impressões digitais humanas
14 - O corpo de um gato está coberto por
aproximadamente 130 mil pelos por cm.
15 - Os corações dos gatos batem de 110 a 140 vezes,
cerca de duas vezes mais que os corações dos humanos.
Esperamos
que tenhas gostado e que tenhas aprendido um pouco mais sobre estes nossos
amiguinhos! E, não te esqueças…
TRATAR BEM DOS ANIMAIS, MAIS DO QUE UMA OBRIGAÇÃO, É UM DEVER DE
TODOS NÓS!
terça-feira, 24 de outubro de 2017
História da Semana... A Galinha Tonta
História da Semana... Azul e Bertie
Azul e
Bertie, de Kristyna Litten, é uma história
sobre girafas que se tornam amigas, apesar de uma delas ser azul. Juntas
descobrem flores fantásticas e caminhos raros. E Bertie reencontra a sua
manada, conduzida pela Azul.
Foi a
nossa primeira história na Biblioteca Escolar, este ano letivo. Os alunos
deliciaram-se com o conto e gostaram muito das ilustrações.
Adorei
partilhar e contar a história.
E porque
ler nos dá um passaporte para muitas aprendizagens, este conto foi o
primeiro de muitos outros que vamos ter na nossa BE Condes da Lousã.
Maria
Marmeleira
Professora
Bibliotecária
Dia Mundial da Alimentação
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