Sejam Todos Muito Bem Vindos!!!! :)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Natal 2011


              Natal

















Hoje é dia de Natal
Mas o menino Jesus
Nem sequer tem uma cama
Dorme na palha onde o pus.

Recebi cinco brinquedos
Mais um casaco comprido.
Pobre menino Jesus,
Faz anos e está despido.

Comi bacalhau e bolos,
Peru, pinhões e pudim.
Só ele não comeu nada
Do que me deram a mim.

Os reis de longe trazem
Tesouros, incenso e mirra
Se me dessem tais presentes,
Eu cá fazia uma birra.

Às escondidas de todos
Vou pegar-lhe pela mão
E sentá-lo no meu colo

Para ver televisão.

(autor desconhecido)





Passeio a Sintra

(Trabalho elaborado pelo aluno Pedro Carvalho, 4º B)

No dia 22 de novembro de 2011, fui com a minha turma visitar o Palácio da Vila, situado em Sintra. O meio de transporte utilizado foi o autocarro.
Quando chegámos encontrámos uma senhora à nossa espera, de nome Maria da Graça, que nos guiou pelo palácio até ao final da visita. Informou-nos que o palácio tinha cerca de 800 anos e que era o palácio mais antigo de Portugal. Disse-nos que D. Dinis o mandou construir e que, mais tarde, D. Manuel I o tinha mandado aumentar e colocar azulejos em quase todas as suas paredes. Do palácio nós só podemos visitar a parte antiga, pois a parte mais recente está reservada para o governo do nosso país.

A primeira sala que visitámos foi a sala dos cisnes. Conta a lenda que a princesa D. Filipa de Lencastre tinha como animal de estimação um casal de cisnes que lhe haviam sido oferecidos. A princesa casou aos 27 anos e foi viver com o seu marido para o estrangeiro. O rei, cheio de saudades da sua filha, mandou pintar no teto da sala 27 cisnes. Cada cisne representava um ano de vida da princesa, daí os 27. Sabe-se hoje que a lenda é falsa, pois a princesa casou com 32 anos. Esta sala era utilizada quando se faziam grandes banquetes dançantes. Depois de conhecermos a história da sala dos cisnes, visitámos uma outra sala que tinha pintada no teto várias pinturas de naus (grandes navios). Algumas delas tinham ou a bandeira da Turquia ou a da Holanda.

A seguir fomos à sala das gralhas onde só podiam entrar os eloquentes, que eram os senhores que falavam bem. Depois fomos à sala das sereias. Esta estava pintada com várias sereias que seguravam nas mãos instrumentos musicais. Desta sala passámos para a sala chinesa, onde vimos uma maqueta com duas torres e uma casa grande no centro. Entrámos na sala de Júlio César e lá vimo-lo desenhado num grande tapete, onde perguntava a uma feiticeira qual seria o seu destino. A seguir visitámos a sala árabe, onde havia uma fonte com sereias e cavalos. Também conhecemos a sala dos brasões e o quarto onde D. Afonso VI esteve preso nos últimos 9 anos da sua vida.

Dizia-se que era louco e por isso o tribunal mandara-o prender. De seguida visitámos a capela onde os reis costumavam rezar. No decorrer da visita vimos muitos contadores, que eram onde os monarcas guardavam as jóias, o dinheiro e os documentos mais importantes. Eram tipo cofres, onde se guardavam coisas especiais.

Por fim fomos à cozinha, onde encontrámos duas grandes chaminés e muitas panelas.

Ao meio-dia, com muita pena nossa, tivemos que regressar à escola.
Gostei muito desta visita. Achei-a muito interessante.

"Uma Semana, Um Conto"


A nossa escola debate-se todos os dias com algumas dificuldades de ordem linguística dado que a maioria dos alunos é de origem ou de descendência africana sendo o crioulo o dialeto mais falado.

A nossa escola orgulha-se da sua diversidade étnica, cultural, religiosa e linguística; contudo procuramos motivar os alunos para a necessidade de ler, falar e escrever utilizando a Língua Portuguesa.

 Essa motivação passa por criarmos projetos e atividades que envolvam leitura de textos de autores portugueses e estrangeiros, recontos etc….

A atividade “ Uma Semana, Um Conto” permite que cada turma exponha, num placard junto à entrada da escola, o reconto do texto trabalhado em sala de aula. A história acaba também por ser explorada e partilhada por toda a comunidade escolar, incentivando à leitura dos recontos e à construção e exploração de novas histórias.


Esta actividade será desenvolvida ao longo de todo o ano letivo e é da responsabilidade da professora TEIP, Sara Roque.


São Martinho


A nossa escola não quis deixar passar em claro as comemorações relativas ao dia de São Martinho. Para além do tradicional magusto, todas as turmas realizaram atividades tendo em conta as suas competências.

Procurou-se explorar a lenda de São Martinho partindo de rimas, provérbios, bandas desenhadas e recontos.

Na matemática realizaram-se estimativas através do preenchimento da figura da castanha, com massas culinárias.

Todos os trabalhos realizados foram expostos e os alunos estão de parabéns pela originalidade e criatividade impressas em cada um dos seus trabalhos.


 São Martinho

São Martinho cavaleiro
num dia de chuva passeava
encontrou um mendigo
que à chuva estava.

Desceu do seu cavalo
partilhou a sua capa
omendigo agradeceu
e o sol apareceu.

Desde então
a 11 de novembro
celebra-se o São Martinho
com castanhas no pratinho.




Cá na escola festejamos
as castanhas a estalar
e lá vamos todos nós
p'ró recreio cantarolar.

Castanhinhas tão quentinhas
todas embrulhadinhas
depressa as vou comer
só para me aquecer.

À volta da fogueira
todos de mãos dadas
comemos castanhas assadas
e bricamos às apanhadas.

O magusto na nossa escola
é divertido a valer
comemos boas castanhas
até nos apetecer!

                                4º ano turma B

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

E porque o prometido é devido, cá vai!



Ténis de Mesa


De forma a ocupar de uma forma saudável o intervalo das 15:00h às 15:30h, desenvolvendo simultaneamente o sentido de responsabilidade e de respeito, aumentando a capacidade de concentração dos alunos, será dinamizado, ao longo de todo o ano lectivo, um projeto de Ténis de Mesa, cujo responsável é o professor Sérgio Caldeira. Este projeto visa proporcionar a prática desta modalidade a todos os alunos interessados.

Com o objetivo de despertar a curiosidade e o interesse pela atividade, foram convidados praticantes da modalidade, para virem à escola fazer uma breve demonstração desta.

O convite foi aceite por dois jogadores do Sport Lisboa e Benfica que se deslocaram à nossa escola no dia 17 de novembro, acompanhados pelo seu treinador.

A demonstração foi realizada no ginásio da escola, onde todos os alunos assistiram, tendo até tido alguns deles a oportunidade de defrontar os craques.

Com esta atividade, o interesse e o conhecimento em relação à modalidade aumentou, perspetivando-se que o referido projeto seja um verdadeiro sucesso.



Halloween


No dia 31 de novembro celebrámos na nossa escola o Halloween.

Para aprofundarmos os conhecimentos sobre esta temática pesquisámos na internet e, posteriormente, partilhamos a nossa aprendizagem construindo um cartaz informativo.



E sabem o que aprendemos?

- Que o Dia de Todos os Santos diz-se em inglês All Hallows Day, daí a palavra Halloween.

- Que em algumas zonas de Portugal, no Dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o “Pão por Deus”. Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, até dinheiro!

Há povoações em que se chama a este dia, o "Dia dos Bolinhos".

Ao pedir o "Pão por Deus", cantam-se as seguintes cantilenas enquanto se anda de porta em porta:

"Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Qu'estão mortos, enterrados
À porta daquela cruz
Truz! Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de s'alevantar
P´ra vir dar um tostãozinho."

Quando os donos da casa dão alguma coisa:

"Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho."

Quando os donos da casa não dão nada:

"Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto."













Outono



O Outono

Quando chega o outono
Caem castanhas no chão
Umas vão dentro do bolso
As outras levo na mão.


Eu gosto de apanhar folhas
Ouvir o vento a soprar
Correr pela estrada fora
Como se fosse a voar.


Ana Cristina Correia

domingo, 4 de dezembro de 2011

Quase, quase a regressar...


Olá a todos!

Como certamente já repararam temos andado desaparecidos, não por nada termos para partilhar convosco mas porque temos dedicado o nosso tempo a fazer inúmeras coisas e, por isso, não temos conseguido manter as nossas publicações atualizadas. Mas não desesperem, estamos mesmo... quase, quase a regressar!

Até lá, fiquem com este poema, que dedicamos a todos aqueles que nos visitam e, em especial, aos nossos alunos.


Os Livros



Apetece chamar-lhes irmãos,
tê-los ao colo,
afagá-los com as mãos,
abri-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar,
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
e deixar brilhar os olhos
nas páginas das suas mãos.


José Jorge Letria, Pela casa fora, 1997

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Festa Final de Ano

"A Família Condes"

A Professora Amália presenteou os seus alunos do Apoio Educativo(1º A) com a transformação do placard da sala de aula num quadro de escrita. Depois colocou algumas personagens alusivas à família. Numa das aulas de Língua Portuguesa, a professora Joana, aproveitou a temática e imediatamente fez com todos os alunos um texto bem imaginativo, intitulado "A Família Condes"

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Profissão do Mês de Junho - Engenheiro Informático

A ida à Escola Condes da Lousã para representar a profissão ‘Engenheiro Informático’ foi uma experiencia nova e muito interessante que me permitiu divulgar a minha profissão, esperando que alguns dos alunos se lembrem dela no momento de tomar uma decisão em relação ao seu futuro.

A chegada à escola foi muito engraçada porque em poucos segundos fiquei cercado por miúdos destemidos e fui bombardeado de perguntas para tentar descobrir quem eu era e o que estava lá a fazer.

Notei que a maioria dos alunos não tem qualquer problema em fazer perguntas, pelo menos ficaram em pulgas para colocar questões quando lhes foi dada oportunidade. Ouvir as respostas, já é outra conversa....

Quando lhes perguntei o que queriam ser quando fossem grandes, quase todos responderam: médico/professor ou actor/futebolista. A justificação para o primeiro grupo foi quase sempre: 'porque gostava muito de ser médico/professor'. Para o segundo foi: 'para ganhar muito dinheiro', o que pode revelar muito da nossa sociedade actual e futura.

Numa escola com alunos de diferentes etnias, que podem às vezes ser um pouco problemáticas, é de louvar iniciativas deste género.

Fico sem dúvida agradecido por este convite que me fez sentir útil na educação de algumas crianças.



Engenehiro Amílcar